Signos e Sinais

Signos e Sinais

Signos e Sinais

SALAS 5 E 6

SALAS 5 E 6

SALAS 5 E 6

SALAS 5 E 6

O número, a letra, a palavra, a grafia, a onomatopeia, a frase… são elementos de uma crítica ao signo na obra de José de Guimarães. A permanente desconstrução e reconstrução de um léxico.

É a partir dos signos gráficos que o trabalho de José de Guimarães se começa a constituir na segunda metade do séc. XX. Um dos seus primeiros trabalhos de pintura, intitulado Começar (1966), apresenta o algarismo 1 como se tivesse refletido num espelho. Dos anos 60 em diante, o artista jamais interrompe a pesquisa sobre o signo, convocando diferentes perspetivas: as mensagens políticas, o letrismo, o discurso gráfico das ruas, o alfabeto, os relicários, os manifestos, os néons.


A exposição Signos Sinais, disposta pelas salas 5 e 6, é um breve capítulo da longa narrativa sobre o signo realizada por José de Guimarães, e que o CIAJG assume como linha de pesquisa continuada.


Aimer (Amar), Rejoint (Reunir), Voyage (Viagem), Vent (Vento) são palavras de luz que foram apresentadas uma única vez em Bruxelas (Bélgica), no Parque Tournay-Solvay, em 2006. Originalmente expostas entre as árvores no meio do parque, juntamente com pássaros de bronze, José de Guimarães denominou-as “vozes nómadas”. Outros trabalhos com luz néon, a par de desenhos que intercalam a rígida tipografia e a fluidez do traço, expressam a riqueza experimental do artista.

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